arte & poesia



MACHUCA

 

Trailler

Recentemente fui assistir "Machuca" no Espaço unibanco de Cinema e revelo a todos que fiquei encantado com o filme. Já tinha lido boas críticas na revista Bravo e em alguns sites de cinema. Se você ainda não assistiu vale a pena conferir e para quem já assistiu, aproveite  e veja o trailler pra matar a saudade.

 

Resenha do filme – portal terra

Machuca revê golpe do Chile sob a ótica de três meninos

Quando Machuca estreou nos cinemas chilenos, em agosto de 2004, o diretor Andrès Wood estava ansioso quanto à repercussão de seu trabalho. Afinal, era um risco fazer um filme de ficção abordando a época do golpe de 11 de setembro de 1973, liderado por Augusto Pinochet, e que produziu milhares de mortos e desaparecidos - um assunto que, ainda hoje, divide o país ao meio.

Entre as surpresas da recepção do filme, está o fato de que agradou aos jovens, que não viveram o período da ditadura chilena.

"Pensávamos que aos jovens não ia interessar, mas muitos viram Machuca. Não esperávamos", admite Wood, que visitou São Paulo esta semana, dentro da campanha de lançamento do filme, que será exibido em 12 cópias em São Paulo e no Rio de Janeiro a partir desta sexta-feira.

Uma das razões para o impacto certamente está no fato de que a história é conduzida por personagens pré-adolescentes.

Gonzalo (Matias Quer) tem 9 anos, estuda num colégio católico de classe média alta que, durante o governo de Salvador Allende, coloca em prática uma experiência nova: dá bolsas a alguns alunos pobres, moradores de favelas em torno de Santiago, o que divide os pais dos alunos mais ricos, da mesma forma como a sociedade chilena se dividirá cada vez mais entre esquerdistas pró-Allende e conservadores golpistas.

Por conta dessa integração temporária entre ricos e pobres na escola, Gonzalo vai conhecer Pedro Machuca (Ariel Mateluna) e Silvana (Manuela Martelli), mudando a vida de todos para sempre.

Retomada do cinema chileno
Há um dado autobiográfico nesta história. O diretor e roteirista Andrès Wood também era menino em 1973 - tinha 8 anos - e viveu uma experiência similar de integração na escola católica em que estudava.

O padre que liderou o experimento era o norte-americano de origem irlandesa Gerardo Whelan, que deu diversos depoimentos ao diretor e seus co-roteiristas, mas morreu seis meses antes do lançamento do filme, que é dedicado a ele. Na tela, ele é o personagem McEnroe (Ernesto Malbran).

"Mais que um filme autobiográfico, Machuca é um filme muito pessoal", diz o diretor. Ele sustenta que a maior parte do enredo é ficcional e que ele e seus co-roteiristas quiseram mais recuperar a sensação daquela época do que realizar um trabalho documental.

"A fita não tenta cobrir um pedaço de história do Chile. Como a história é contada através dos olhos das crianças, a visão que predomina é mais a do sentimento do que da ideologia", explica.

Essa distinção pode ter feito a diferença para a aceitação do filme no Chile. Como em relação ao golpe de 1973, os ânimos voltam a exaltar-se toda vez que ocorrem fatos novos, como a decretação, depois abrandada, da prisão domiciliar de Pinochet, por acusações de violações dos direitos humanos e desvio de verbas públicas.

Wood lembra que, durante os 17 anos do regime militar, foram produzidos apenas dois filmes no país. A partir dos anos 1990, com a redemocratização, a produção volta a ocorrer, embora se mantenha em patamares modestos, três a quatro filmes ao ano. Em 2004, atingiu-se a marca de oito longas.

 

Veja aonde está passando



 Escrito por jucier às 21h35
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DETENÇÃO

 

Cena do espetáculo
Foto Paola Prado/Divulgação 

O espetáculo, inspirado na morte de 111 presos no Carandiru em 1992, relê a peça "Pavilhão", encenada pela companhia em 1993. Dentro de uma concepção interativa, o público presencia uma batida policial e é trancafiado em uma cela com os atores até o momento do massacre. A montagem é desaconselhada para cardíacos e pessoas com síndrome do pânico.

Fonte: Guia da Folha de São Paulo

 

A psicologia do cárcere
Detenção apresenta o horror do meio prisional do país (Revista Bravo)

A peça Detenção, de Adryano Cypriano (com direção de Maurício Lencastre), está em cartaz em São Paulo representando o cotidiano e os massacres no meio carcerário brasileiro, que teve no Carandiru sua expressão mais horrenda. Da batida policial aos dias passados em celas claustrofóbicas.

O grupo Companhia dos Insights, que forma o elenco de Detenção, usa espaços inusitados para criar uma linguagem cênica de impacto. O espetáculo de estréia, Beckett in White, foi representado dentro de um banheiro. Agora, a ação desloca-se para a aspereza do Tendal da Lapa.

Preste atenção em como o drama social coletivo dos presidiários é permeado por uma trama psicológica que desvenda os conflitos íntimos de cada personagem e as razões que os levaram ao cárcere.

Tendal da Lapa (r. Constança, 72, Água Branca, região oeste, tel. 9535-0730). 50 lugares. Sex. e sáb.: 21h. Em cartaz por tempo indeterminado. 70 min. 16 anos. Estac. grátis. Retirar ingr. c/ 1 h de antecedência. Acesso a deficientes

 

 



 Escrito por jucier às 20h29
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Kajto

 

Hoje gostaria de destacar um cantinho para essa formidável banda que toca canções em esperanto a língua internacional.  Kajto  é  o nome (pronúncia: Cáito) é um grupo musical do norte da Holanda, região da Frísia. Seu repertório é formado por melodias de influência folclórica, com letras originalmente criadas por poetas de diversos países de todo o mundo. O grupo se acompanha utilizando vários instrumentos, como violão, bandolim, banjo, violino, acordeon, flautas, cítara e gaita de boca.

 

Vale a pena baixar e ouvir essas músicas... faça um teste

 

 Mi Memoras

 Tosto  

 Ardas Havena  

 Konko 

 

 



 Escrito por jucier às 13h49
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Alceu Valença

 

Nascido em Pernambuco, em 1 de julho de 1946, o cantor, compositor, poeta e cantador Alceu Valença é tido como a maior referência da música nordestina. Em seu trabalho ele funde ritmos tipicamente nordestinos como baião, frevo, toada, xote e maracatu com sons universais como fado, rock e até mesmo música oriental. Sua verve de poeta-cantador transforma suas canções em inimitáveis interpretações. Com mais de 30 anos de carreira, sua vida sempre esteve ligada à música, cresceu ouvindo Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, suas grandes influências musicais. Desde criança já participava de concursos infantis de músicas e nos alto-falantes da feira de São Bento do Una, sua cidade natal, escutava música brasileira. Sua trajetória musical começou em 1968 quando participou do Festival Universitário Brasileiro de Música Popular e do I Festival Regional Universitário da MPB. O sucesso aconteceu a partir de 1980 com as músicas "Tropicana" e "Coração Bobo". Aos 30 anos de idade alcançou o sucesso popular e o reconhecimento da crítica, o que contribuiu para o aumento de sua agenda de shows inclusive fazendo turnês pela Europa. Já lançou 26 discos tendo suas músicas gravadas por grandes intérpretes como Elba Ramalho e Maria Bethânia. Canções como "La Belle de Jour" e "Tesoura do Desejo" fizeram sucesso nos anos 90, mas foi em 1996 quando participou do show "O Grande Encontro", juntamente com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho, que os holofotes voltaram sobre ele consolidando ainda mais a sua Carreira.

Fonte: Portal SESC SP

Vídeo Alceu Valença e Thierry Robin

 

http://www2.uol.com.br/alceuvalenca/



 Escrito por jucier às 23h19
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ENSAIO FOTOGRÁFICO

Mauricio Shirakawa

 

Ensaio de " A Luta " de "Os Sertões" realizado em 23 de dezembro no Teatro Oficina. Clique na foto abaixo e veja o ensaio. 

 

 

Visite o site do Teatro Oficina Uzina Uzona

http://www2.uol.com.br/teatroficina/


 



 Escrito por jucier às 19h51
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EXPOSIÇÃO

 

Andréa Corbani

 

Olá, acontece em São Paulo a exposição "São Paulo sobre papel" e a nossa amiga Andréa Corbani - dos blogs "O Caderno" e "Projeto Postal", indicado nos blogs culturais (no lado direito) também estará apresentando seus trabalhos. É uma ótima oportunidade de prestigiar-mos o talento da Andréa. Há agum tempo venho apreciando seu trabalho e garanto que vocês irão gostar. Aqui vai um pouquinho sobre ela...

 

Graduada em Educação Artística na Universidade Cruzeiro do Sul iniciou sua formação em 1994 nas Oficinas de Desenho com Luciano Bortoletto na Casa de Cultura Santo Amaro e Denise Bretachi e Marta Kepler no Centro Cultural São Paulo e em 1995 Gravura com Alberto Martins e Claudio Mubarac no Ateliê do Museu Lasar Segall, onde foi monitora por 5 anos. Participou de oficinas de gravura com Evandro Carlos Jardim, Marco Buti, Márcio Perigo e Madalena Hashimoto.

Ilustrou os livros: O mistério da terrível Caixa, Nelson de Oliveira – Ed. Beca, 2002 (selecionado para o PNLD 2003 – SP), Mais dia menos dia, a paixão, Nelson de Oliveira – Hedra – 2002, As outras pessoas, Ivan Jaf (Altamente Recomendável FNLIJ – 2001) - Editora do Brasil, 2001 e o Jornal de Resenhas 2000.

Ministrou oficinas de desenho e gravura em alguns espaços: Espaço Henfil de Cultura e Casas de Cultura em São Bernardo do Campo, Casa de Cultura Interlagos, Fundação Travessia, Fundação das Artes em São Caetano do Sul, Oficina Cultural Oswald de Andrade. Participa como monitora em alguns projetos da Oficina de Outdoor coordenada por Luciano Bortoletto e atualmente a Oficina de Artes na Associação Comunitária Pequeno Príncipe.

Uma canja.... 

Sem título
xilogravura, 2003

 

 

Passem por lá.... abraço a todos, Jucier .



 Escrito por jucier às 18h00
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Agradecendo a Noeli www.nothingstaysthesame.blogger.com.br pela indicação do show do Linga de Trapo. Aproveito também para divulgar os demais shows que serão realizados no CCSP.

 

dia 14
Banda Anjo dos Becos
ingresso: R$8,00
................................


dias 15 e 16

Língua de Trapo
ingresso: R$12,00
................................

dia 21
André Mastro
ingresso: R$10,00
................................

dias 22 e 23
Ceumar
ingresso: R$12,00
................................


dia 28

Tonho Penhasco & Companhia
ingresso: R$6,00
................................


dia 29

Roberto Mendes
ingresso: R$10,00
................................

dia 30
Vega
ingresso: R$10,00


...............................................

5ª na faixa
Projeto que oferece a profissionais da música a possibilidade de divulgar seus trabalhos. Quintas, às 19h
Sala Adoniran Barbosa
entrada franca

dia 6
Banda Boa Vista
................................


dia 13

Banda Carro Bomba
gênero: rock
................................

dia 20
Banda Nagast
................................

dia 27
Zé de Riba
gênero: mpb

Mais informações



 Escrito por jucier às 17h52
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Sempre quis fazer uma homenagem  a esses dois caras que tanto me influenciaram culturalmente com suas letras e interpretações. De um lado, Caetano Veloso com a música "Circuladô de fulô" que muito gosto de cantar e tocar ao violão. É realmente uma música difícil de cantar... já sofri muito... mas é muito bela, valeu a pena muitos ensaios...E do outro o mestre da sensibilidade... Chico Buarque de Holanda, que nesta música "Cálice", armazena uma mistura de poesia, arte e drama. Ao ouvi-la, de cara já imagino alguém interpretando-a em um palco. Acho fascinante essas músicas e aqui deixo-as para vocês saborearem quando quiserem.

 

Caetano Veloso

 

Circuladô de Fulô

"...e não peça que eu te guie não peça despeça que eu te guie
desguie que eu te peça promessa que eu te fie me deixe
me esqueça me largue me desamargue que no fim eu acerto que
no fim eu reverto que no fim eu conserto e para o fim me
reservo e se verá que estou certo e se verá que tem jeito e se
verá que está feito que pelo torto fiz direito que quem faz
cesto faz cento se não guio não lamento pois o mestre que
me ensinou já não dá ensinamento"

 

 

Chico Buarque

 

Cálice

"...de muito gorda a porca já não anda, de muito usada a faca já não corta. Como é difícil, pai, abrir a porta...essa palavra presa na garganta. Esse pileque homérico no mundo, de que adianta ter boa vontade...Mesmo calado o peito, resta a cuca...dos bêbados do centro da cidade. Pai, afasta de mim esse cálicem, pai, afasta de mim esse cálice Pai, afasta de mim esse cálice, de vinho tinto de sangue"



 Escrito por jucier às 22h41
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